Stop Killing Games publicou um novo post intitulado A Story of Lies, apresentando uma linha do tempo detalhada de eventos recentes que envolvem o movimento e sua relação com a decisão da PlayStation de encerrar discos físicos. A narrativa do post destaca ações da comunidade e reações institucionais ao tema, buscando evidenciar impactos no mercado e nos direitos dos consumidores.
O movimento ganhou apoiamento significativo dentro da comunidade de jogadores, conseguindo coletar mais de 1 milhão de assinaturas verificadas em uma petição. Esse respaldo impulsionou discussões públicas e chamou a atenção de setores governamentais, estimulando contatos com representantes institucionais sobre a posse e a circulação de mídia física.
Segundo a própria organização, comissões da União Europeia chegaram a abordar a questão no Parlamento, sinalizando que o tema pode se tornar objeto de debate legislativo. A narrativa descreve esse andamento como um momento-chave, no qual movimentos civis articulam defesa de direitos de consumidor frente a políticas de grandes empresas.
Contudo, a declaração oficial do SKG afirma que um grupo de lobby representando grandes desenvolvedores, incluindo a Ubisoft, teria influenciado a UE a rejeitar a proposta apresentada pela organização. O texto aponta, de modo verificável, a existência desse confronto entre pressão setorial e propostas de políticas públicas.
Motivos apontados pela SKG para o afastamento de discos

Em 27 de julho, a conta oficial do SKG no Twitter listou quatro razões consideradas pela organização para a Sony abandonar os discos físicos. A lista inclui a não valorização de revendas, a prevenção de uso não identificado de jogos, a defesa da propriedade do consumidor e o receio de modding que substitua DLC pago.
A comunicação também cita que a Sony estaria buscando consolidar controle sobre o ecossistema, argumentando que a política de não uso de discos deveria estar associada a preocupações de mercado, segurança de software e proteção de direitos autorais, com foco em limitar usos não autorizados.
Paralelamente, a SKG sustenta que a transição para formatos digitais pode reduzir a transparência sobre rótulos de propriedade e dificultar a verificação de posse por parte dos consumidores. O post descreve esse ponto como uma consequência direta de mudanças de saída de mídia física.
A organização ainda afirma que o movimento continuará a mobilizar apoiadores, indicando planos para novas surpresas que reforcem a atuação em defesa dos direitos dos jogadores. A colaboração com DoesItPlay? é citada como parte de um esforço compartilhado para investigar a fundo discos do PlayStation.
Entre as imagens associadas ao conteúdo original, destacam-se campanhas de assinatura de petições, iniciativas europeias e a relação entre o movimento e a comunidade que defende direitos dos usuários. A cobertura visual pretende evidenciar a mobilização cívica em torno do tema sem extrapolar para conclusões não verificáveis.
Em síntese, o conjunto de relatos reforça a narrativa de que o movimento SKG questiona a decisão de encerrar discos físicos ao associar a pauta a direitos de propriedade, participação cidadã e pressão institucional. A discussão pública permanece ativa, com diferentes fontes na esfera digital contribuindo para o debate.

