Você já ficou preso no sofá tentando entender quem está manobrando o jogo de poder em Porto Real? Este texto vai direto ao ponto: Ormund Hightower revelou, em cenas-chave, quem move as peças e por quê isso pode redefinir a Dança dos Dragões. Se o episódio 7 da S3 mostrou algo, é que cada movimento agora é calculado para virar aliados e abrir caminho para o desfecho sangrento da temporada.
No topo do tabuleiro, dois nomes surgem como pilares da estratégia de Ormund: Ulf the White e Corlys Velaryon. A parceria entre eles não é coincidência, mas uma peça central do plano para destabilizar Rhaenyra e pressionar a ordem de Kings Landing. Este artigo segue em três passos claros, sem rodeios, para explicar exatamente o que está em jogo e como cada movimento pode mudar o destino do Trono de Ferro.
Atenção: o conteúdo abaixo descreve fatos do episódio 7 e de publicações associadas, sem spoilers desnecessários para quem ainda não assistiu. Leitura direta ao ponto a seguir.
01. Ulf e Corlys Velaryon são peças-chave do plano

Ormund identificou Ulf the White e Corlys Velaryon como alinhamentos estratégicos. A cooperação entre eles, segundo as informações, não é casualidade: é parte da montagem para desequilibrar Rhaenyra e consolidar o controle de Ormund sobre o reino. Essa aliança cria uma fronteira comum contra a governança de Rhaenyra, ampliando a capacidade de fogo, informação e legitimidade de Ormund a nível de Kings Landing.
O encadeamento entre as peças mostra como cada ação foi pensada para reforçar a outra: a mobilização de dragões, o uso de títulos de Velaryon como moeda de troca e a pressão sobre o governo local para abrir espaço a uma nova configuração de poder. O leitor percebe que não há movimento isolado, e sim uma estratégia interligada que se desdobra em várias frentes.
02. Como Ulf foi convencido a apoiar Ormund
O gatilho foi a percepção de ameaça: Ormund conseguiu demonstrar que o apoio dele pode desestabilizar Rhaenyra sem depender exclusivamente de ações diretas de Aemond ou de Vhagar. A narrativa indica que Ulf viu vantagem estratégica em descolar o dragoneiro de Rhaenyra e retornar o poder para um eixo de alianças que inclua Hightower. A justificativa apresentada aponta para resultados tangíveis: proteção de privilégios, manutenção de influência e uma trégua temporária que pode se transformar em vantagem permanente.
Essa decisão de mudança de lealdade acelera o equilíbrio de poder ao nível de Porto Real, ampliando o alcance do plano de Ormund para além de Tumbleton e Harrenhal. A participação de Ulf não é apenas simbólica; é um move decisivo que realinha as forças com consequências diretas para as próximas ações no tabuleiro.
03. O ataque em três frentes de Ormund
Três frentes, um objetivo comum: provocar desordem nas ruas de Porto Real, empurrar Rhaenyra a atacar Tumbleton e raptar Corlys Velaryon para usar seus títulos como barganha com Ulf. A tática envolve distrair Rhaenyra, explorar o mercado de Tumbleton e incendiar civis capturados, criando uma tempestade de crises que força decisões rápidas na direção pretendida por Ormund. O sequestro de Corlys adiciona uma dimensão de barganha que pode render apoio de Ulf em troca da liberação de prerrogativas nobres.
O desfecho do episódio sugere que Greens vs Blacks está prestes a convergir para um confronto direto, realinhando alianças e acelerando o caminho para o desfecho final da temporada. A lógica é simples: cada movimento é feito para manter Ormund à frente, com impactos diretos sobre quem detém o poder no Trono de Ferro.
A temporada está chegando ao clímax. Tudo o que acontece a partir daqui importa para o futuro de Rhaenyra e Aemond.
Conclusão estratégica: com Ulf e Corlys sob o mesmo guarda-chuva e Ormund articulando o ataque em três frentes, o tabuleiro de Porto Real fica menos previsível. A dúvida central permanece: quais portas serão abertas ou fechadas para o desfecho da Dança dos Dragões? A resposta pode definir não apenas quem governará, mas como o reino viverá após o conflito.

