A Apple TV elevou seus preços de assinatura em agosto de 2026, com a mensalidade passando de US$12,99 para US$14,99. A assinatura anual, antes US$99, agora custa US$119, um acréscimo de US$20.
Os novos valores começaram a valer para assinantes novos em 28 de agosto. Usuários atuais receberão aviso um mês antes da cobrança com o novo preço. O último aumento anterior havia ocorrido em agosto de 2025.
Conteúdo exclusivo e estreias que acompanham o reajuste

O preço mais alto chega junto a lançamentos importantes, como a terceira temporada de “Silo”, que termina em 4 de setembro. “Ted Lasso” e “Dark Matter” também terão temporadas novas finalizando em outubro.
Outros destaques previstos para o segundo semestre incluem a comédia “Brothers” com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, e “Nocturne”, drama estrelado por Liev Schreiber, ambos em outubro. O thriller “12 12 12” com Anthony Mackie e Jamie Dornan estreia em novembro.
No cinema, “Mayday”, com Ryan Reynolds e Kenneth Branagh, chega em setembro. “Matchbox The Movie” com John Cena estreia em outubro, seguido de “Tenzing” com Tom Hiddleston e “Being Heumann” com Mark Ruffalo em novembro.
O que o aumento significa para o mercado de streaming e para o consumidor
Com o reajuste, Apple TV se posiciona entre os serviços de streaming mais caros do mercado americano, especialmente após recente aumento de preços da Peacock. O novo valor mensal é superior a muitos concorrentes.
O impacto para assinantes pode variar conforme o interesse nas produções exclusivas. A Apple aposta em conteúdo original de peso para sustentar o valor maior, com séries e filmes estrelados por atores renomados.
A decisão de manter ou cancelar a assinatura dependerá da avaliação do público sobre o custo-benefício do catálogo disponível e da frequência de lançamentos relevantes.
