Kaguya: A Princesa Espacial ultrapassou a marca de 3 bilhões de ienes nas bilheterias do Japão, atingindo mais de 1,5 milhão de espectadores após o relançamento em 18 de agosto. O número consolida o desempenho do filme desde sua estreia na plataforma.
A produção teve estreia global na Netflix em janeiro e recebeu lançamento limitado nos cinemas japoneses em fevereiro, que foi ampliado devido à demanda, passando de uma semana inicial para quatro meses em cartaz.
Desempenho nas bilheterias e relançamento
Com o relançamento, o filme foi exibido em 247 cinemas no Japão, incluindo sessões em MX4D, 4DX, SCREENX, ULTRA 4DX e Dolby Atmos, formatos que também impulsionaram o sucesso de Resident Evil de Zach Cregger nas bilheterias. Em apenas quatro dias do relançamento, arrecadou mais de 300 milhões de ienes.
O total superior a 3 bilhões de ienes resulta da soma das exibições iniciais e da expansão por demanda, que levou o longa a alcançar o público de maneira mais ampla nas salas japonesas.
Origem, história e formato da produção
O filme é inspirado no conto tradicional japonês “Princesa Kaguya”, também conhecido como “Conto do Cortador de Bambu”, e reimagina a narrativa com duas garotas que se conectam por meio da música no mundo virtual dos sonhos de Tsukuyomi. A obra combina temática clássica com elementos musicais e visuais.
O longa é um musical animado produzido pelo Studio Colorido em parceria com o recém-fundado Studio Chromato, e traz cenografia visual destacada como elemento central da narrativa.
Equipe criativa e disponibilidade
A direção ficou a cargo de Shingo Yamashita, conhecido por trabalhos em sequências de abertura de Chainsaw Man e Jujutsu Kaisen, e por uma colaboração anterior com Colorido e Chromato em um curta da série Pokétoon. Esses créditos sustentam a expectativa técnica sobre o projeto.
Após a estreia global na Netflix em janeiro, o longa segue disponível na plataforma com legendas e dublagem em português, facilitando o acesso do público brasileiro à produção.
Contexto das exibições e formato das salas
A expansão para formatos imersivos como MX4D e ULTRA 4DX indica foco em experiências sensoriais nas exibições que compuseram parte significativa da arrecadação recente. Essas sessões foram parte do relançamento que ampliou o alcance do filme.
Segundo o perfil oficial no X/Twitter e o levantamento divulgado por O Vício, a combinação de plataforma de streaming e exibições físicas contribuiu para o prolongamento da janela de exibição, refletida no total de público e receita.