Tuner, filme de assalto de 107 minutos estrelado por Leo Woodall, tornou-se o maior sucesso de streaming da Paramount, segundo levantamento divulgado em 24 de setembro de 2026.
O longa, dirigido por Daniel Roher em sua estreia narrativa, chegou ao catálogo do Paramount+ e passou a ser o filme mais transmitido do serviço na data informada, atraindo audiência que não viu a produção nos cinemas.
Tuner chega ao streaming e lidera números da Paramount
O filme entrou no catálogo do Paramount+ e, conforme reportado em 24 de setembro de 2026, foi o título mais assistido na plataforma naquele dia, tornando-se o maior sucesso de streaming da Paramount+, como detalhado no artigo sobre Melissa Leo's 94-Minute Horror Movie. A informação destaca a repercussão da obra após o período de exibição nos cinemas.
Produzido pela Black Bear Pictures e com 107 minutos de duração, Tuner mistura elementos de crime e música clássica, um diferencial apontado pela cobertura sobre seu desempenho em streaming.
Enredo e personagens centrais
Em Tuner, Woodall interpreta Niki White, um ex-prodígio do piano que desenvolveu hyperacusis, uma sensibilidade dolorosa ao som, o que inviabilizou sua carreira de concertista. Niki trabalha como afinador de pianos para o amigo da família, Harry Horowitz, vivido por Dustin Hoffman.
O enredo muda quando Niki presencia um roubo durante um trabalho e, em vez de chamar a polícia, usa sua audição apurada para abrir um cofre para os ladrões. Posteriormente, ele se junta ao grupo para ajudar a pagar as despesas médicas de Harry após um ataque cardíaco.
Elementos de gênero e comparações críticas
A cobertura observa que o filme reúne o universo do crime com o da música clássica e inclui uma linha romântica entre Niki e a compositora em início de carreira Ruthie, interpretada por Havana Rose Liu. Esses elementos formam a premissa citada como inovadora.
Críticas mencionadas pelo texto fazem paralelos com filmes dos anos 1970 e, especificamente, com a atuação de Hoffman em Rain Man. Essas comparações foram apresentadas como opinião do crítico e não como avaliação unânime.
Performance de Leo Woodall e trajetória recente
O texto destaca que, embora Dustin Hoffman atraia interesse, é Leo Woodall quem carrega o filme, segundo a análise publicada. O crítico aponta que Woodall demonstra confiança de protagonista em Tuner.
A matéria também recorda outras atuações recentes de Woodall, como no biopic Anthony Bourdain, Tony, e menciona participações em The White Lotus Season 2, na Netflix, e Nuremberg, situando Tuner como mais uma peça em sua trajetória em ascensão.
A reportagem original foi publicada pelo SlashFilm e enfatiza o desempenho de Tuner no streaming como dado principal da apuração.