O anúncio de um novo mangá assinado por Masashi Kishimoto reacendeu dúvidas sobre a canonicidade de Boruto. A obra anunciada em 10 de outubro, Naruto: Shadow Rising, gerou boatos de que Boruto teria sido retirado do cânone, mas essas informações são infundadas.
Naruto: Shadow Rising foi apresentado como um mangá de Kishimoto previsto para 2027 e ambientado entre a Grande Quarta Guerra Ninja e o período anterior a Naruto se tornar Hokage.
O que foi anunciado sobre Naruto: Shadow Rising
Em 10 de outubro foi divulgada a existência do mangá Naruto: Shadow Rising, com arte que indica o período pós-Guerra e pré-Hokage de Naruto. A publicação informou que o lançamento ocorrerá em algum ponto de 2027, sem data mais específica.
O anúncio deixou fãs animados pela volta de Kishimoto à franquia, já que o autor original estará responsável pelo roteiro e arte desta nova obra. A ambientação temporal foi explicitada pela arte mostrada no anúncio.
Como surgiram os boatos sobre Boruto
Após o anúncio, postagens nas redes sociais passaram a afirmar que o mangá de Boruto, liderado por Mikio Ikemoto, teria sido removido do cânone. Muitos desses posts usaram entrevistas antigas de Kishimoto tiradas de contexto para sustentar a alegação.
Esses rumores não têm base sólida: Boruto foi uma obra supervisionada e aprovada por Kishimoto, segundo informações disponíveis, e a simples existência de um novo mangá ambientado em período diferente não implica que Boruto esteja fora do cânone.
Dados e contexto das obras citadas
O mangá original Naruto foi serializado na revista Weekly Shonen Jump entre 1999 e 2014 e reúne 72 volumes. A obra foi publicada no Brasil pela Panini.
Em termos de circulação, Naruto ultrapassa 250 milhões de cópias no mundo. Já Boruto alcançou 10 milhões de cópias no Japão em 2025, número divulgado em matérias sobre a franquia.