A tendência sombria do cinema em 2026 é explicitada em Whalefall, texto publicado no SlashFilm em 17 de outubro de 2026 por Bill Bria.
Whalefall narra a relação abusiva entre Mitt Gardiner (Josh Brolin) e seu filho Jay (Austin Abrams), culminando com um episódio em que uma baleia engole Jay. A atuação de Brolin foi profundamente influenciada pela leitura do romance de Daniel Kraus, que moldou sua interpretação do personagem Mitt em Whalefall, como detalhado em entrevista exclusiva com Josh Brolin.
Perdas paternas que viram metáfora para o passado
No artigo, Whalefall é descrito como parte de um grupo de filmes que tratam a perda do pai como passagem para um novo mundo.
Filmes citados que podem ser vistos por essa lente incluem Greenland 2: Migration; 28 Years Later: The Bone Temple; The Sheep Detectives; Masters of the Universe; The Death of Robin Hood; Supergirl; e The Rivals of Amziah King.
Outros exemplos mencionados apresentam o patriarca simbolicamente perdido e retornando de forma alterada: The End of Oak Street e The Odyssey.
Filmes de gênero de 2026 e o pai falho
O texto aponta Mitt em Whalefall como um homem zangado e quebrado que ainda ama o filho, permitindo transmissões de lições que ajudam Jay a sobreviver.
O autor também relaciona o tema a produções de horror e ação de 2026 como Hokum; Lee Cronin’s The Mummy; The Death of Robin Hood; e The Sheep Detectives, com Hugh Jackman em papéis de patriarcas problemáticos.
Menções adicionais incluem Avengers: Doomsday, que o autor não viu, e Werwulf, com um patriarca interpretado por Aaron Taylor-Johnson descrito como por vezes bestial.
Reações pessoais e presença contínua do tema
Bill Bria relata ter perdido seu pai mais cedo no ano e afirma que filmes com esse tema o fizeram sentir-se visto.
Segundo o texto, essas obras ajudaram Bria em seu processo de luto, mérito pessoal que ele atribui à coincidência temática observada em 2026.