Destiny 2 passou por um dos seus momentos mais incomuns nos últimos anos na sua história recente. Com o anúncio do último hotfix programado para o dia 7 de julho, a Bungie decidiu desativar uma arma exótica bastante popular em uma atividade específica, o que pegou jogadores de surpresa. Essa mudança ocorre pouco tempo após o fim do suporte oficial ao jogo, marcado por uma série de desligamentos e cortes na equipe responsável.
Enquanto os fãs aguardavam novidades sobre a próxima expansão, Shattered Cycle, a desenvolvedora optou por encerrar o suporte, deixando a impressão de que Destiny 2 está chegando ao seu ciclo final. O hotfix de amanhã, portanto, não só elimina bugs, mas também desativa itens e armas, indicando um possível encerramento da atenção futura ao título. A atitude de Bungie gerou dúvidas sobre o que ainda está por vir na saga do game, que continuará acessível, mas com menos atualizações.
Destiny 2 elimina Divinity na atividade Pantheon devido a bug exploitable
Uma das principais mudanças anunciadas nesta semana refere-se à arma exótica Divinity. Pela primeira vez, a Bungie decidiu retirar essa arma de uma luta específica, o combate contra Insurrection Prime em Pantheon 2.0. A decisão surgiu após a descoberta de um bug que permitia aos jogadores explorar uma brecha para usar a arma de forma abusiva, sem cumprir as mecânicas do encontro.
Esse problema permitia que os jogadores se posicionassem de forma a atirar na jaula de enfraquecimento do chefe sem precisar completar as etapas do combate, facilitando toda a estratégia de “skip” ou pular partes do boss. Muitos grupos de busca por runs rápidos estavam usando essa falha para otimizar o tempo, o que acabou levando a Bungie a tomar medidas drásticas. Assim, Divinity será totalmente desativada na luta, deixando de ser uma opção mesmo quem seguir as mecânicas.
Bug explorado levou à desativação definitiva de Divinity
A brincadeira com o bug gerou uma reação rápida da Bungie, que optou por remover a arma do combate para garantir a integridade do jogo. A comunicação oficial brincou dizendo que agora os jogadores terão que aprender a vencer o chefe da forma correta — indicando que estratégias de “cheese” não terão mais efeito. Isso implica que aqueles que aproveitavam a truque para economizar tempo e evitar o trabalho terão que evoluir suas táticas.
Mesmo com a desativação, a Bungie reconhece que ainda há diversas maneiras de enfraquecer o chefe, utilizando outros equipamentos, como Fafnir, Tractor Cannon ou o artefato Weakened Clear, além de granadas e mods específicos. Apesar de parecer uma solução forte, o movimento evidencia que o foco do jogo passa a ser mais restrito, com menos possibilidades de truques ou exploits.
Impacto na estratégia e o que os jogadores podem esperar
A decisão de desativar Divinity na luta contra Insurrection Prime causa impacto direto nas estratégias usadas por times e jogadores de elite. Antes, muitos se aproveitavam do bug para eliminar o chefe rapidamente, mas agora terão que dedicar mais tempo às mecânicas normais. Além disso, a medida parece indicar que a Bungie está cada vez mais focada em evitar abusos e exploits, mesmo com um suporte reduzido.
Na prática, essa mudança também serve para reforçar a importância de jogar limpo e seguir as etapas corretas do encontro. Porém, ela deixa claro que alguns itens estratégicos poderão ser permanentemente banidos do jogo, sem previsão de reativação. Isso reforça a sensação de que o fim de Destiny 2 se aproxima, e que a equipe de Bungie pode estar priorizando apenas o conteúdo mais sólido e livre de bugs.
Vale a pena esperar futuras atualizações ou o fim do suporte?
Para jogadores apaixonados por Destiny 2, essa etapa de mudanças gera uma dúvida válida: vale a pena se dedicar ao game com tantas ações de desativação e cortes? Considerando que o conteúdo de alta complexidade está sendo gradualmente reduzido, a resposta pode ser que a diversão ainda está garantida, especialmente via Monument of Triumph, que oferece diversos desafios e que podem ser feitos de forma solo ou em grupos menores.
Além disso, estratégias para encarar o endgame continuam acessíveis, com kills solo em encontros de Raids como Crota e Morgeth, usando técnicas de Finishers. Aliás, o próprio game continua recebendo eventos e atividades, mantendo uma base de jogadores engajada mesmo com as limitações.
Destiny 2 vale a pena para quem gosta de jogos de tiro e estratégia?
Se você é fã de jogos de tiro que envolvem estratégia, modificações e desafios complexos, Destiny 2 ainda oferece boas opções para aproveitar o conteúdo solo, explorando diversas build-ups com artefatos e armas alternativas. Mesmo com o suporte reduzido, o game mantém um apelo por seu sistema de combate, o visual e o universo de ficção científica. Para quem acompanha novidades, vale monitorar o que a Bungie anuncia ou confirma para futuras etapas do jogo.
Caso queira entender melhor os bastidores e possibilidades futuras, dá para conferir também como o mundo geek reage a mudanças assim, incluindo o que há de mais recente no universo de animes e games, por exemplo, com títulos em alta ou novidades em plataformas como [YouTube](https://thunderwave.com.br/2026/07/06/youtube-versao-jogavel-five-nights-at-freddys/).
**Valendo a pena?** Para quem gosta de desafios metas e novidades, a resposta é que o game ainda proporciona boas experiências, mas é preciso ficar de olho nas próximas atualizações e mudanças, que podem moldar ainda mais o futuro de Destiny 2.

Imagem: GameRant

