Entrar na Federação Unida dos Planetas exige requisitos específicos, conforme descrito no universo de Star Trek.
A Federação foi fundada em 2161 em San Francisco por humanos, Andorianos, Tellaritas e Vulcanos.
Quando a Federação inicia o contato
Quando uma espécie desenvolve propulsão mais rápida que a luz, a Federação se interessa e envia representantes de Starfleet.
Starfleet contacta líderes de forma discreta para explicar a transição a uma comunidade galáctica.
Política de não-contato antes da propulsão FTL
Sem tecnologia warp, a Federação mantém uma política rígida de não-contato e não interfere no desenvolvimento da espécie.
O contato formal só ocorre após a capacidade de viagens interestelares ser comprovada.
Requisitos formais para candidatura
Um mundo deve possuir motores warp e ser capaz de sustentação interplanetária para ser elegível.
A Federação admite mundos, não espécies; o planeta precisa estar mais ou menos unificado sob um governo pacífico.
Conflitos internos devem ser resolvidos e direitos individuais respeitados, sem discriminação de castas.
O processo de avaliação e exemplos de rejeição
Candidaturas passam por anos de revisão e recomendações de oficiais de Starfleet influenciam o voto final.
Em “The Hunted”, Angosia III teve sua candidatura questionada por tratamento a veteranos geneticamente condicionados.
Em “Attached”, Kesprytt foi considerado um mundo com sérios problemas sociais e não pronto para adesão.
Consequências da admissão
Ao ingressar, um mundo obtém participação nas decisões e benefícios de comércio, diplomacia e intercâmbio de ideias.
Até “Star Trek: Prodigy”, a Federação possuía mais de 150 membros e abrangia cerca de 8.000 anos-luz da Via Láctea.