Resident Evil de Zach Cregger na bilheteria abriu com US$60,2 milhões nos EUA e US$108,5 milhões globalmente no fim de semana de estreia.
O resultado quebrou recordes da franquia e mudou a expectativa sobre o sucesso comercial do reboot.
1. A reação crítica e do público
O reboot alcançou 95% de aprovação crítica e 91% de audiência no Rotten Tomatoes, sinalizando forte aceitação conjunta.
Além disso, recebeu B+ no CinemaScore, o que indica boca a boca favorável nas semanas seguintes.
2. Desempenho doméstico acima da média da franquia
Ao arrecadar US$60,2 milhões nos EUA, superou a abertura doméstica de Resident Evil: Afterlife (US$60,1 milhões).
Historicamente dependente de mercados externos, a franquia agora tem um lançamento que se destaca no mercado norte-americano.
3. Lançamento estrategicamente posicionado
Sony Pictures escolheu setembro, um período com pouca concorrência de grandes estúdios, criando uma janela para o filme prosperar.
Com poucos lançamentos de horror até outubro, o título pôde aproveitar o interesse pré-Halloween sem competição direta.
4. Legado consolidado da franquia
Resident Evil existe há 30 anos; jogos como Resident Evil: Village mantiveram o interesse do público recente pela marca.
A familiaridade com o material de origem e a lembrança dos filmes de Milla Jovovich atraíram público diverso ao cinema.
5. O apelo do nome Zach Cregger
Cregger vinha de sucessos como Barbarian e Weapons, este último indicado pela fonte como vencedor de um Oscar, que aumentaram confiança do público, além de contar com a participação de Zach Cherry como Dave em Resident Evil.
Sua reputação em horror ajudou a converter curiosidade em ingresso, mesmo entre fãs exigentes da franquia, especialmente com o cameo escondido de Zach Cregger que muda a percepção do filme.
Conclusão
O conjunto de crítica positiva, abertura doméstica robusta, calendário inteligente, legado da marca e a direção de Cregger explica o domínio na bilheteria.
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