Adaptação de Stephen King, disse Mike Flanagan em entrevista ao SlashFilm por Chris Evangelista em 6 de outubro de 2026, deve destacar não só o horror, mas também o coração das histórias.
Flanagan é showrunner da nova série Carrie no Prime Video e adaptou Gerald’s Game, Doctor Sleep e The Life of Chuck.
Por que Flanagan chama King de “optimistic humanist”

Flanagan afirmou que “in his heart of hearts, Stephen King is an optimistic humanist” e que essa prioridade supera o horror nas obras de King.
Ele acrescentou que há “uma bela amor pelos seres humanos” subjacente mesmo nas histórias mais sombrias de King.
O papel da humanidade nas adaptações
Segundo Flanagan, o que torna os livros de King memoráveis é a humanidade e a capacidade de criar personagens pelos quais nos importamos.
Ele destacou que, sem esse vínculo com os personagens, o público não se preocuparia com o que lhes acontece nas adaptações.
Como o horror deve ser tratado
Flanagan disse que o horror “está todo lá” nas obras de King e que ele convida a ser explorado, mas não deve ser o único foco da adaptação.
Manter o tom otimista e o amor pelos personagens é, para Flanagan, o que define o trabalho de Stephen King.
O exemplo prático: Carrie no Prime Video
Flanagan é showrunner da nova adaptação de Carrie, lançada no Prime Video, assunto da entrevista com SlashFilm.
A entrevista foi publicada por Chris Evangelista em 6 de outubro de 2026 no SlashFilm, onde Mike Flanagan explica sua abordagem para adaptar Carrie, série de Stephen King para o Prime Video.
Reafirmação do método
Flanagan resumiu sua abordagem: segurar a otimismo fundamental de King enquanto se permite mergulhar no horror presente nas obras.
Ele citou que mesmo o material mais vil de King contém um lampejo de esperança, e isso orienta suas adaptações.