O cinema de monstros gigantes já foi sobre o medo do átomo. No MonsterVerse americano, ele se transformou em pura luta livre. Godzilla e Kong: O Novo Império, o mais novo sucesso a explodir no Top 1 da Netflix, é o ápice dessa filosofia.
Esqueça o drama ou a profundidade. A obra, Godzilla e Kong: O Novo Império, do diretor Adam Wingard, com 1 hora e 55 minutos, é uma aventura que abraça o excesso com orgulho. É um espetáculo de luzes neon, rugidos e socos colossais que existe por um único motivo: te divertir.
A história de Godzilla e Kong: O Novo Império
A narrativa começa com os dois Titãs vivendo em paz, cada um do seu canto. Godzilla atua como o guardião da superfície, mantendo o equilíbrio. Kong, por sua vez, explora seu novo reino na Terra Oca, em busca de outros de sua espécie. A busca de Kong o leva a uma descoberta aterrorizante.
Ele encontra uma civilização perdida de símios gigantes, governada pelo tirano Skar King. Essa nova ameaça ancestral planeja conquistar o mundo da superfície. Para deter o déspota e seu exército, os antigos rivais, Godzilla e Kong, são forçados a se unir. A trama de Godzilla e Kong: O Novo Império acompanha a formação dessa aliança relutante.
Um orçamento insano e uma luta épica
O que torna Godzilla e Kong um sucesso é que ele sabe exatamente o que é. A produção abandona qualquer pretensão de ser um drama sério e se joga na estética de uma capa de álbum de rock dos anos 80.
A direção de Adam Wingard transforma a obra em um “filme de dupla”, onde Godzilla é o policial durão e Kong é o parceiro mais emotivo.

A trama humana existe apenas para nos levar de um campo de batalha para o outro. O verdadeiro espetáculo são os Titãs. As cenas de ação de Godzilla e Kong: O Novo Império são criativas e brutais, lembrando mais as lutas de Rampage: Destruição total e Círculo de Fogo do que os filmes de desastre mais sombrios.
A equipe que orquestrou a batalha dos Titãs
A direção do longa de 2024 é de Adam Wingard (Godzilla vs. Kong). O roteiro é de Terry Rossio (Piratas do Caribe) e Simon Barrett. O elenco conta com os retornos de Rebecca Hall e Brian Tyree Henry, além da adição de Dan Stevens.
O que torna Godzilla e Kong: O Novo Império uma recomendação certeira é sua honestidade. É uma aventura que abraça o absurdo e entrega exatamente o que os fãs querem ver: monstros gigantes trocando socos.
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